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	<title>Portal Factor</title>
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		<title>Facebook começa a negociar suas ações em bolsa de Nova York</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:39:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rede social já tem mais de 900 milhões de usuários em todo o mundo. Companhia foi avaliada em US$ 104...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rede social já tem mais de 900 milhões de usuários em todo o mundo.<br />
Companhia foi avaliada em US$ 104 bilhões.</p>
<p>Mais de oito anos após sua fundação, o Facebook estreia nesta sexta-feira (18) na Nasdaq, bolsa de valores de empresas de tecnologia em Nova York, com a sigla FB, vendendo suas ações a US$ 38. Com este valor por ação a companhia foi avaliada em US$ 104 bilhões e pode levantar pouco mais de US$ 16 bilhões no processo de oferta pública inicial (IPO, em inglês) &#8211; o maior já arrecadado por uma empresa de internet nos Estados Unidos.</p>
<p>O Facebook apresentou seus documentos para realizar o IPO ao órgão regulador dos mercados norte-americano no início de fevereiro. A faixa de preço inicial de ações estimada pela companhia foi de US$ 28 a US$ 35, mas o valor acabou aumentando para uma faixa de US$ 34 a US$ 38 e estabelecido no número mais alto. Nesta semana, a empresa também anunciou que oferecerá 25% a mais de ações do que havia previsto.</p>
<p>Durante o período, Mark Zuckerberg, o fundador e CEO da empresa, também teve que responder a críticas envolvendo a aquisição do Instagram, por US$ 1 bilhão, e da startup Glancee. O executivo foi criticado por, segundo o &#8220;Wall Street Journal&#8221;, ter negociado a aquisição do Instagram por conta própria e avisado o conselho da companhia da movimentação apenas no dia 8 de abril &#8211;a compra foi divulgada na imprensa no dia 9 de abril.</p>
<p>Entre as instituições envolvidas na oferta do Facebook estão Morgan Stanley, JP Morgan, Goldman Sachs, Bank of America, Barclays e Allen &amp; Co. O banco de investimentos brasileiro Itaú BBA também está entre os coordenadores da oferta pública inicial do Facebook.</p>
<p> Abertura do capital</p>
<p>“O Facebook ficou muito tempo com poucas atualizações. A Timeline mudou bastante a experiência de uso, mas acho que ainda há muito a ser feito”, diz Rafael Lamardo, professode Tecnologia da Informação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).</p>
<p>O site &#8220;foi construído para realizar uma missão social: tornar o mundo mais aberto e conectado&#8221;, diz Zuckerberg em carta entregue junto com a documentação para estrear na bolsa.</p>
<p>Mas Lamardo entende que o IPO pode fazer a rede social virar refém de processos ligados ao mercado de ações e aos acionistas. “Há um controle excessivo com as empresas que atuam na bolsa. Isso faz com que esta empresa foque apenas em recursos que trazem retorno [financeiro] para os usuários”, explica.</p>
<p>“Até agora, o Facebook teve liberdade para criar recursos que tornaram a plataforma melhor e muitas coisas não renderam dinheiro. Mas isso fez com que a rede social estivesse muito a frente dos concorrentes. Ter acionistas olhando as ações do Facebook de perto pode ser um problema neste sentido”.</p>
<p>Jogos e apps</p>
<p>A rede social deve atingir o primeiro bilhão de usuários em agosto deste ano. Mas os dados de crescimento dão sinais de que pode haver uma desaceleração. Nos últimos 3 meses de 2011, o total mensal de usuários ativos do Facebook cresceu 5,6%, contra 10,5% no mesmo período de 2010. Segundo o site Socialbakers, nesse período houve leve queda nos Estados Unidos, líder em usuários, com cerca de 156 milhões.</p>
<p>Da receita, 86% vieram de publicidade e 12%, da parceria com a Zynga, que faz jogos para a rede social, como o Farmville e o Cityville. Os jogos são grátis, mas, quem quiser, paga por &#8220;vantagens&#8221; especiais. O Facebook também está tentando diversificar, de olho em serviços como o de notícias, bate-papo por vídeo e aplicativos móveis, citados no documento entregue para a abertura de capital. &#8220;Pretendemos crescer nossa base de usuários continuando com ações de marketing e melhorando nossos produtos, incluindo apps, para tornar o Facebook mais acessível e útil&#8221;, diz o texto.</p>
<p>&#8220;Para que investidores paguem o preço deste negócio, eles vão ter que ser extremamente confiantes de que o Facebook será capaz de desenvolver novos canais de receita significantes&#8221;, avaliou Ryan Jacob, da Jacob Funds, também à Reuters. &#8220;As oportunidades para eles são quase infindáveis se eles entregarem isso&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Brasil na mira</p>
<p>O Brasil é citado no documento que o Facebook entregou para a abertura de capital logo na parte em que a empresa explica sua estratégia para crescer. O primeiro item é expandir a comunidade de usuários no mundo, &#8220;incluindo mercados pouco explorados e grandes como Brasil, Alemanha, Índia, Japão, Rússia e Coreia do Sul&#8221;.</p>
<p>Em 2011, a rede social cresceu 192% no Brasil, e passou o Orkut em número de usuários, segundo pesquisas do Ibope e da comScore, que registrou 36,1 milhões de visitas para o site vindas do país em dezembro passado. Emergente também no Facebook, o país é o 4º no ranking de usuários da rede social no mundo, perdendo só para os EUA, Índia e Indonésia, diz o Socialbakers.</p>
<p>Os futuros milionários</p>
<p>Até agora, o Facebook rendeu uma fortuna estimada em US$ 17,5 bilhões a Zuckerberg. Aos 27 anos ele está em 52º lugar na lista dos mais ricos da revista &#8220;Forbes&#8221;, que o aponta como o 9º entre os 70 mais poderosos do mundo, atrás somente de estadistas, do Papa Bento XVI, do presidente do Banco Central americano, Ben Bernanke, e do fundador da Microsoft, Bill Gates.</p>
<p>Zuckerberg propos reduzir seu salário de US$ 500 mil para US$ 1 em 2013, mas continuará a ser compensado com o rendimento de suas ações da companhia, que seriam cerca de 28%.</p>
<p>História</p>
<p>O Facebook foi fundado em fevereiro de 2004 nos dormitórios dos alunos na Universidade de Harvard por Mark Zuckerberg, Chris Hughes, Dustin Moskovitz e o brasileiro Eduardo Saverin que, de acordo com o livro &#8220;O Efeito Facebook&#8221;, ainda possuiria 5% da empresa após disputa judicial. Já no meio de 2004, a rede social recebeu sua primeira rodada de investimentos, feita por Thiel, no valor de US$ 500 mil. O nome inicial do site era Thefacebook.</p>
<p>Atualmente a empresa tem sua sede em Menlo Park, na Califórnia, e 3.200 funcionários.</p>
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		<title>Veja cidades que mais contrataram e que mais demitiram de janeiro a abril</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo lidera o ranking, com a criação de 71.962 vagas no período. Na outra ponta, Coruripe, em AL, foi...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo lidera o ranking, com a criação de 71.962 vagas no período.<br />
Na outra ponta, Coruripe, em AL, foi a cidade que mais demitiu.</p>
<p>Das dez cidades brasileiras que registraram o melhor desempenho na geração de emprego formal de janeiro a abril deste ano, nove são capitais de seus respectivos estados, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados nesta quinta-feira (17).</p>
<p>São Paulo segue liderando o ranking, com a criação de 71.962 vagas acumulado do ano. Em segundo lugar, aparece o Rio de Janeiro, com saldo de 29.164 vagas, seguida de Belo Horizonte, com 24.464 postos de trabalho.</p>
<p>A cidade de Franca, em São Paulo, é a única não capital entre as dez que mais criaram empregos. Foram 8.944 postos de trabalho a mais abertos nos quatro primeiros meses do ano.</p>
<p>Demissões<br />
Coruripe, em Alagoas, lidera o ranking das cidades que mais perderam postos de trabalho, com o fechamento de 7.066 vagas nos primeiros quatro meses do ano. A cidade de Bebedouro, no interior de São Paulo, aparece em segundo lugar, com 6.505  vagas a menos; seguida de Matão, que perde 5.510 vagas.</p>
<p>Sete capitais aparecem no ranking das 50 cidades que mais demitiram em março: Maceió, Florianópolis, Belém, São Luís, Manaus, Fortaleza e Rio Branco.</p>
<p>Em todo o país, foram criados 702.059 empregos com carteira assinada nos quatro primeiros meses de 2012. Isso representa uma queda de 20,2% frente ao mesmo período do ano passado – o pior resultado para o período desde 2009.</p>
<p>Somente em abril, os números do Ministério do Trabalho mostram que foram criados 216 mil postos formais de trabalho, o que representa uma queda de 20,29% frente ao mesmo período de 2011. Em 2012, no entanto, abril foi o mês com melhor resultado – em março, a criação de postos ficara em 111.746.</p>
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		<title>PROGRAMA FINANÇAS ESTRUTURADAS COM APOIO DA EJS</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:21:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PROGRAMA FINANÇAS ESTRUTURADAS FOCO EM FOMENTO MERCANTIL, FUNDOS E SECURITIZAÇÃO]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PROGRAMA FINANÇAS ESTRUTURADAS FOCO EM FOMENTO MERCANTIL, FUNDOS E SECURITIZAÇÃO</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ebs.edu.br/portal/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2241" title="Banner-MBA" src="http://factor.com.br/v11/wp-content/uploads/2012/05/Banner-MBA.png" alt="" width="547" height="314" /></a></p>
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		<title>Juro do cheque especial é o menor desde março de 2008, diz Procon-SP</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:00:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Taxa média caiu de 9,52% ao mês para 8,46% em maio, mostra pesquisa. No empréstimo pessoal, juro médio caiu para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taxa média caiu de 9,52% ao mês para 8,46% em maio, mostra pesquisa.<br />
No empréstimo pessoal, juro médio caiu para 5,43%, o menor desde 2011.</p>
<p>A taxa média de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal voltaram a cair em maio, mostra pesquisa divulgada nesta quarta-feira (16) pela Fundação Procon-SP.  No cheque especial, a queda foi de 1,06 ponto percentual, passando de 9,52% ao mês para 8,46%. Segundo o órgão, é a menor taxa média mensal desde março de 2008, quando registrou 8,20% ao mês.</p>
<p>No empréstimo pessoal, houve queda de 0,35 ponto percentual na taxa média, passando de 5,78% ao mês, em abril, para 5,43% em maio &#8211; a menor desde março de 2011, quando registrou 5,42% ao mês.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em 2 de maio. Dos sete bancos pesquisados pelo Procon (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander), quatro baixaram a taxa do empréstimo pessoal e dois baixaram a taxa do cheque especial. Veja a íntegra da pesquisa no site do Procon.</p>
<p>Apesar do movimento de redução da taxa básica de juros (Selic) e dos juros praticados pelos bancos, o Procon recomenda cautela diante da publicidade em relação a oferta crédito ao consumidor.  A orientação é para que, antes de qualquer contratação, o consumidor pesquise bem, compare as taxas mais adequadas ao seu perfil, e avalie o custo total da operação e da sua capacidade de pagamento.</p>
<p>“O crédito traz vantagens quando utilizado com cautela e planejamento. O consumidor pode se valer destes juros reduzidos na quitação de débitos pendentes ou na antecipação de financiamentos mais caros”, afirma a diretora de estudos e pesquisa da Fundação Procon-SP, Valéria Rodrigues Garcia.</p>
<p>Entenda o movimento de redução dos juros</p>
<p>O movimento de reduções de juros dos bancos começou em abril, após o governo anunciar um pacote de R$ 60 bilhões para estimular a produção da indústria brasileira, na terça-feira (3). O Governo Federal vem pressionando os bancos para reduzirem o &#8220;spread&#8221; – a diferença entre o que o banco &#8220;paga&#8221; para captar recursos e quanto ele cobra para emprestar – e, assim, reduzir as taxas de juros cobradas no país. Com a redução dos juros dos bancos estatais o governo estaria buscando acirrar a concorrência e, assim, forçar os bancos privados a também baixarem as taxas cobradas.</p>
<p>Com a redução da Selic de 9,75% para 9% ao ano, os bancos voltaram a anunciar novas reduções nas taxas de juros para as operações de crédito. Em seu esforço para reduzir as taxas de juros, o governo anunciou, inclusive, mudanças nas regras do rendimento da caderneta de poupança.</p>
<p>A presidente Dilma Rousseff tem defendido publicamente a redução dos juros no Brasil. Em pronunciamento em rede nacional no dia 1º de maio, ela cobrou redução maior nas taxas de juros por parte dos bancos privados e classificou como &#8220;inadmissível&#8221; que o Brasil, com &#8220;um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo&#8221;.</p>
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		<title>Android cresce no mercado de smartphones em 2012, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamentos da Samsung e da HTC ajudaram no aumento de vendas. Na Espanha e Itália, sistema do Google mais do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamentos da Samsung e da HTC ajudaram no aumento de vendas.<br />
Na Espanha e Itália, sistema do Google mais do que dobrou em vendas.</p>
<p>O sistema operacional para smartphones do Google, Android, estendeu sua liderança de mercado no início de 2012, ajudado por novos modelos de fabricantes de celulares como Samsung e HTC, ampliando pressão sobre rivais como Research In Motion e Nokia.</p>
<p>Pesquisa da Kantar Worldpanel divulgada nesta terça-feira (15) afirma que o Android ganhou participação na maioria dos sete principais mercados &#8211; Austrália, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Espanha e Estados Unidos &#8211; nas 12 semanas até meados de abril.</p>
<p>Na Espanha e Itália, a quota de mercado do Android mais que dobrou na comparação anual, para 72% e 49%, respectivamente, enquanto que quase duplicou para 62% na Alemanha.</p>
<p>A forte demanda pelo iPhone 4S ajudou a número dois do mercado, Apple, a estreitar a distância ante o Android nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, mas sua participação caiu na Europa continental.</p>
<p>Enquanto isso, o Windows Phone, da Microsoft começou a mostrar alguns sinais de crescimento, graças à decisão da Nokia de trocar sua plataforma Symbian para o sistema da gigante do software.</p>
<p>A participação do Windows Phone na Alemanha mais do que dobrou, para 6%, em relação ao ano passado, e subiu para 3% a 4% na Grã-Bretanha, França, Itália e Estados Unidos.</p>
<p>Esses ganhos vieram às custas das plataformas Symbian e BlackBerry, da canadense Research In Motion, que enfrentaram as maiores perdas de participação de mercado. A fatia da RIM no mercado dos EUA caiu para apenas 3% ante 9% um ano antes.</p>
<p>Segundo a Kantar, o modelo One X, da HTC, teve um forte lançamento na Grã-Bretanha, ingressando na lista dos dez mais comercializados no período de 12 semanas, apesar das vendas terem menos de uma semana.</p>
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		<title>Lucro líquido da Petrobras cai 16%, para R$ 9,2 bilhões no 1º trimestre</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:09:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Redução de juros e aumento do frete impactaram resultado. A produção total de óleo e gás natural cresceu 2% e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redução de juros e aumento do frete impactaram resultado.<br />
A produção total de óleo e gás natural cresceu 2% e a de derivados, 3%.</p>
<p>O lucro líquido da Petrobras no primeiro trimestre deste ano caiu 16% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 9,2 bilhões, segundo resultado divulgado nesta terça-feira (15). A empresa afirmou no relatório que a redução no lucro refletiu a menor receita financeira líquida &#8211; impactada pela redução dos juros e menor ganho cambial &#8211; e as reduções no lucro operacional &#8211; decorrente de maior gasto com frete, pessoal e processos judiciais.</p>
<p>Na comparação com o trimestre anterior, o quarto trimestre de 2011, o lucro da estatal subiu 82%.</p>
<p>As receitas financeiras líquidas, de R$ 465 milhões, foram 77% inferiores ao primeiro trimestre de 2011, quando alcançaram R$ 2,048 bilhões. O lucro operacional da empresa caiu 4%, para R$ 11,77 bilhões, ante os R$ 12,32 bilhões do mesmo período do ano passado.</p>
<p>No setor de exploração e produção, a Petrobras teve aumento de 33% no lucro líquido do primeiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2011. Na área de gás e energia, houve aumento de 36% no resultado. Já nos setor de abastecimento, houve prejuízo de R$ 4,599 milhões no período, bem acima dos R$ 94 mil do mesmo período de 2011.</p>
<p>O volume de vendas no mercado interno foi 10% superior ao primeiro trimestre de 2011. O maior aumento foi na gasolina, de 24%, em função da &#8220;maior competitividade do preço em relação ao etanol, ao crescimento da frota de veículos flex-fluel e da redução do teor de etanol hidratado na gasolina C (de 25% para 20%), a partir de outubro/2011&#8243;, segundo a estatal.</p>
<p>Preço do petróleo internacional</p>
<p>O spread (diferença entre o preço de compra e venda) entre o preço médio do petróleo nacional vendido ou transferido e a cotação média do barril do tipo Brent caiu de US$ 10,93, no primeiro trimestre de 2011, para US$ 6,93 no início deste ano.</p>
<p>No primeiro trimestre, a empresa aumentou a importação de óleo diesel e gasolina para suportar o crescimento da demanda, de acordo com o relatório. A importação de derivados cresceu 46% na comparação entre o primeiro trimestre de 2011 e 2012, alcançando 406 mil barril/dia; e a de petróleo caiu 12%, para 358 mil barris/dia. Houve maior exportação de petróleo em virtude do aumento da produção, segundo a empresa, o que elevou em 20% e exportação na comparação anual.</p>
<p>Produção e exploração</p>
<p>A queda no lucro no segmento de exploração e produção, segundo a estatal, &#8220;decorreu dos maiores preços de venda/transferência do petróleo nacional e do acréscimo no volume de produção de petróleo e LGN, parcialmente compensados pela elevação dos custos com participações governamentais, acompanhando o comportamento dos preços internacionais&#8221;. </p>
<p>Na comparação anual, a produção total de óleo e gás natural cresceu 2%, principalmente nos campos de Jubarte, Marlim Sul, Caratinga, Albacora, Mexilhão e Uruguá, e a contribuição do pré-sal no campo de Lula, disse a empresa. A produção de derivados, aumentou 3%.</p>
<p>A produção nacional de gás natural aumentou 7%, para 364 mil barris/dia, e produção de petróleo e líquido de gás natural (LGN) subiu 2%, para 2,044 milhões de barris por dia. A produção internacional subiu 1% na comparação anual, para 246 mil barris/dia no total. O lucro do segmento, no entanto, foi 18% maior em função dos maiores preços das commodities no mercado internacional, de acordo com a Petrobras.</p>
<p>No primeiro trimestre, a empresa desembolsou R$ 2,6 bilhões, a título de juros sobre o capital próprio para seus acionistas, no valor de R$ 0,20 por ação, e pagará dividendos de R$ 1,565 bilhões. O valor de mercado da empresa caiu 23% na comparação anual, para R$ 311,66 bilhões.</p>
<p>Os investimentos da empresa aumentaram em 14% em 12 meses, para R$ 18 bilhões. Segundo a empresa, o montante foi direcionado ao aumento da capacidade produtiva, à modernização e ampliação do parque de refino e à integração e expansão dos sistemas de transporte, por meio de gasodutos e sistemas de distribuição. </p>
<p>No relatório de apresentação dos resultados, a presidente da empresa Graça Foster disse que a empresa está apta e comprometida a &#8220;aplicar os recursos disponíveis com disciplina, gerindo de forma eficiente um dos melhores portfólios de investimento do mundo, gerando retorno aos nossos acionistas, investidores e toda a sociedade&#8221;.</p>
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		<title>Procura do consumidor por crédito cai 7,6% de janeiro a abril, diz Serasa</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:53:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se do pior desempenho na demanda por financiamentos desde 2008. Aumento da inadimplência tem feito consumidor priorizar quitação de dívida...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se do pior desempenho na demanda por financiamentos desde 2008.<br />
Aumento da inadimplência tem feito consumidor priorizar quitação de dívida</p>
<p>O número de consumidores que buscaram crédito entre janeiro e abril diminuiu 7,6%, na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da Serasa Experian. É o pior desempenho na demanda por financiamentos desde o primeiro quadrimestre de 2008. Apenas em abril, a queda foi de 11,2% ante março, e de 9,8% sobre o mesmo mês em 2011.</p>
<p>O aumento da inadimplência, constante desde o início do ano passado, tem feito com que os consumidores priorizem a quitação de dívidas em atraso e adiem a contratação de novos financiamentos, explica a Serasa.</p>
<p>Além disso, por causa da inadimplência mais elevada, as instituições financeiras tornaram-se mais rigorosas na aprovação de novos empréstimos, o que também contribuiu para desestimular a busca por crédito.</p>
<p>Classe de renda</p>
<p>A pesquisa da Serasa mostrou que os consumidores de todas as faixas de renda diminuíram a demanda por financiamentos na passagem de março para abril, mas a queda foi intensa entre os de renda mais alta.</p>
<p>Entre os que ganham entre R$ 5 mil e R$ 10 mil a procura caiu 12,5%. Na faixa de rendimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil a busca recuou 12,3% no mês passado. Já os consumidores que ganham mais de R$ 10 mil por mês e os que recebem entre R$ 1 mil e R$ 2 mil mensais diminuíram a demanda em 11,8%.</p>
<p>No mesmo período, a demanda entre os consumidores que ganham de R$ 500 a R$ 1 mil por mês e os que recebem menos que R$ 500 mensais teve queda de 10,7% e de 9,1%, respectivamente.</p>
<p>No acumulado do primeiro quadrimestre de 2012, os consumidores de baixa renda, que ganham até R$ 500 por mês, foram os únicos a manter sua demanda por crédito em expansão no período (alta de 1,6% frente ao mesmo período do ano passado).</p>
<p>Todas as demais faixas de renda diminuíram a procura no período, variando entre -6,4% (renda mensal superior a R$ 10 mil) e -8,9% (entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês).</p>
<p>Regiões</p>
<p>Na análise por regiões, Sul (-15%) e Sudeste (-11,6%) registraram as quedas mais acentuadas na demanda em abril. Centro-Oeste (-9,2%), Norte (6,0%) e Nordeste (8,5%) tiveram quedas menos acentuadas.</p>
<p>No quadrimestre, a relação foi a mesma, com queda mais intensas no Sul (-9,4%) e no Sudeste (-8,7%) e menos Centro-Oeste (-5,1%). Nordeste (-5,1%) e no Norte (-1,3%).</p>
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		<title>Anatel autoriza venda do Galaxy S III no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de agora, Samsung pode lançar seu novo smartphone top de linha a qualquer momento em território nacional O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de agora, Samsung pode lançar seu novo smartphone top de linha a qualquer momento em território nacional</p>
<p>O Brasil está mais perto de receber o lançamento do tão aguardado Galaxy S III. O aparelho top de linha da Samsung já está homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), segundo informações de documentos públicos divulgados no site do órgão regulador.</p>
<p>Apesar da fabricante não ter divulgado fotos e manuais que estarão disponíveis para consulta do público, a homologação detalha a compatibilidade do dispositivo com redes Wi-Fi, 3G e 4G.</p>
<p>Isso significa que, a partir de agora, a empresa coreana pode lançar o novo smartphone a qualquer momento em território nacional. Recentemente, a Vivo foi a primeira operadora a confirmar reservas de interessados no celular.</p>
<p>A nível de exemplo, no caso do novo iPad, a Anatel homologou o tablet da Apple no último dia 13 de abril. Quase um mês depois, nesta sexta-feira (11/05), o aparelho começou a ser vendido nas lojas brasileiras. Com isso, o esperado é que o S III chegue ao mercado entre o final de maio e começo de junho.</p>
<p>O Galaxy S III foi anunciado no dia 3 de maio e promete ser o principal smartphone com Android do mercado. Ele terá uma tela de 4,8 polegadas, um processador quad-core de 1.4 GHz e um sistema de reconhecimento de voz.</p>
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		<title>Brasil perde em inovação e não cresce como outros Brics, diz economista</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Tecnológica]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil não tem um plano de inovação para manter o ritmo de crescimento em relação a Rússia, Índia e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil não tem um plano de inovação para manter o ritmo de crescimento em relação a Rússia, Índia e China, os países que formam os Brics, avalia o economista Marcos Troyjo, diretor do Bric-Lab, o laboratório de pesquisa sobre os Brics da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Troyjo, o Brasil precisa fazer uma “leitura melhor do mundo” e investir, pelo menos, 2,5% do seu PIB em pesquisas científicas.</p>
<p>“O desafio que os Brics enfrentam como grupo é manter o ritmo da inovação. O Brasil está crescendo menos que os outros países do grupo em termos de inovação e tecnologia. O país tem todas as condições financeiras e vontade política para isso, mas não tem um plano. E para ter um plano é preciso fazer uma boa leitura do mundo. Não acho que o Brasil faça uma boa leitura do mundo”, afirmou.</p>
<p>Troyjo participou do seminário “Brazil Innovation: A revolution for the 21st century” (Inovação no Brasil: Uma revolução para o século 21), semana passada, no Rio de Janeiro, promovido pela revista britânica &#8220;The Economist&#8221;. Participaram investidores, empresários, membros de governos, universidades e organizações sem fins lucrativos para analisar os novos modelos de negócios, inovação e empreendedorismo.</p>
<p>O Brasil, segundo analisou o economista, não poderá tornar-se uma sociedade tecnológica se mantiver investimentos de apenas 1% do PIB em desenvolvimento científico.<br />
“O lado ruim disso tudo é que o Brasil poderá ter uma performance abaixo da esperada para outros países dos Brics. A inovação não é uma questão só de querer, mas de haver mecanismos de incentivo”, declarou.</p>
<p>Troyjo, no entanto, citou iniciativas que considera ser “interessantes” como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) iniciado no governo Lula, mas destacou que essa é apenas uma forma de compensar as demandas do passado no presente.</p>
<p>“Isso é correr atrás do tempo e não olhar para o futuro. O Brasil tem de passar de uma sociedade criativa para uma sociedade inovadora”, disse.</p>
<p>Questionado sobre qual o papel que os Brics deverão desempenhar na governança global, Troyjo ainda se mostra cético. “Vejo hoje que o mundo vive um vácuo de liderança e não acho que nenhum país dos Brics tenha esse perfil de liderança”.</p>
<p>Já o editor da revista &#8220;The Economist&#8221; para as Américas, Michael Reid, afirmou não haver dúvida de que tanto China quanto Brasil vão se tornar países desenvolvidos até 2050, mas será algo que não ocorrerá de forma linear.</p>
<p>“Dependerá muito, sobretudo no caso da China, que tem um regime político autoritário. Ela terá de ceder à pressão política e social para se abrir. Já no caso do Brasil, o desafio será de investir mais em educação e em infraestrutura, além de reformar o sistema político para que tenha um Estado mais eficiente com menor carga tributária”, disse Reid.</p>
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		<title>Zona do euro suportaria saída da Grécia, diz ministro alemão</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Européia]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, acredita que a zona do euro suportaria sem grandes problemas a saída...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, acredita que a zona do euro suportaria sem grandes problemas a saída da Grécia, uma vez que o sistema hoje é muito mais resistente do que há dois anos, quando explodiu a crise da dívida.</p>
<p>&#8220;Aprendemos muito nos últimos dois anos e desenvolvemos mecanismos de defesa. O risco de contágio a outros países da zona do euro se reduziu, e a zona do euro é muito mais resistente em sua totalidade&#8221;, afirmou Schäuble em declarações publicadas nesta sexta-feira (11) pelo diário &#8220;Rheinische Post&#8221;. Além disso, &#8220;é errônea a impressão de que não seríamos capazes de reagir a um imprevisto a curto prazo&#8221;.</p>
<p>Quanto à complicada situação da Grécia após as eleições legislativas e à dificuldade para a formação de um governo de coalizão, o ministro alemão lançou uma advertência clara às forças contrárias aos ajustes impostos aos gregos.</p>
<p>Schäuble qualificou de &#8220;perigoso enganar os cidadãos assegurando que existe outra via mais singela para sanear a Grécia, evitando medidas mais duras. Isso não tem sentido&#8221;.</p>
<p>Por fim, o ministro alemão lembrou que &#8220;as nações europeias e os credores privados se esforçaram de maneira extraordinária para favorecer a Grécia&#8221;, por isso o país deve &#8220;compreender que em troca tem de cumprir seus compromissos&#8221;.</p>
<p>Enquanto isso, uma pesquisa realizada na Alemanha revela que 73% dos cidadãos do país preferem que a Grécia abandone a zona do euro.</p>
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